Brasil Econômico - Por Josué Leonel/Bloomberg News
Para analista, o principal entrave ao aumento da liquidez no mercado de câmbio no Brasil é a regulamentação
A BM&FBovespa;, terceira maior bolsa em valor de mercado, reduziu em mais de 50% as tarifas para transações com dólar no mercado à vista numa tentativa de ampliar sua participação neste segmento.
"Queremos aumentar a transparência e a liquidez do mercado à vista, atraindo novos participantes", disse o diretor de renda fixa e câmbio da BM&F Bovespa, Sérgio Goldenstein. As novas tarifas passam a valer a partir desta quarta-feira (1).
Os negócios com dólar à vista no pregão eletrônico da bolsa, conhecidos como "roda de pronto", respondem atualmente por cerca de 10% do total. Os 90% restantes são transações entre bancos, realizadas no mercado de balcão.
Goldenstein disse que a bolsa não tem uma meta específica de aumento de participação dos negócios com dólar à vista. "Queremos ter o maior volume possível", afirmou.
De acordo com a BM&F Bovespa, a menor tarifa cobrada para negociações com volumes acima de US$ 160 milhões caiu para menos da metade, de R$ 3 por cada milhão de dólares para R$ 1,25.
A maior tarifa, que era de R$ 5 por milhão para negócios de até US$ 40 milhões, passou para R$ 2,25.
O limite nesta faixa de preço foi ampliado, sendo que agora ela passa a valer para operações de até US$ 80 milhões.
Segundo o consultor Nathan Blanche, especialista em câmbio e sócio da Tendências Consultoria Integrada, o principal entrave ao aumento da liquidez no mercado de câmbio no Brasil é a regulamentação. "Existem controles totalmente desnecessários", disse ele.
Para analista, o principal entrave ao aumento da liquidez no mercado de câmbio no Brasil é a regulamentação
A BM&FBovespa;, terceira maior bolsa em valor de mercado, reduziu em mais de 50% as tarifas para transações com dólar no mercado à vista numa tentativa de ampliar sua participação neste segmento.
"Queremos aumentar a transparência e a liquidez do mercado à vista, atraindo novos participantes", disse o diretor de renda fixa e câmbio da BM&F Bovespa, Sérgio Goldenstein. As novas tarifas passam a valer a partir desta quarta-feira (1).
Os negócios com dólar à vista no pregão eletrônico da bolsa, conhecidos como "roda de pronto", respondem atualmente por cerca de 10% do total. Os 90% restantes são transações entre bancos, realizadas no mercado de balcão.
Goldenstein disse que a bolsa não tem uma meta específica de aumento de participação dos negócios com dólar à vista. "Queremos ter o maior volume possível", afirmou.
De acordo com a BM&F Bovespa, a menor tarifa cobrada para negociações com volumes acima de US$ 160 milhões caiu para menos da metade, de R$ 3 por cada milhão de dólares para R$ 1,25.
A maior tarifa, que era de R$ 5 por milhão para negócios de até US$ 40 milhões, passou para R$ 2,25.
O limite nesta faixa de preço foi ampliado, sendo que agora ela passa a valer para operações de até US$ 80 milhões.
Segundo o consultor Nathan Blanche, especialista em câmbio e sócio da Tendências Consultoria Integrada, o principal entrave ao aumento da liquidez no mercado de câmbio no Brasil é a regulamentação. "Existem controles totalmente desnecessários", disse ele.