O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, declarou que o Brasil está bem protegido contra a crise dos alimentos, embora não esteja imune às ameaças. Segundo o ministro, um dos fatores que protegem o País é o avanço da agricultura familiar.
Segundo informações da Agência Brasil, Cassel declarou que considera essencial a ação responsável do governo, tomando todos os cuidados, pois, quando há uma crise de alimentos, "quem sofre primeiro e sofre mais são as camadas mais pobres da população".
"A gente tem que impedir que isso aconteça produzindo mais alimentos", principalmente os que são consumidos no dia-a-dia, acrescentou o ministro durante entrevista a emissoras de rádio no estúdio da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), em Brasília.
Cassel informou que a aposta do governo federal é ampliar a produção nacional, em um período de três anos, para 18 milhões de toneladas por meio da "modernização acelerada" da agricultura familiar. "Estamos convencidos de que a crise é séria, mas encontramos o caminho certo para enfrentá-la", avaliou.
Prioridades
O ministro reforçou o posicionamento do governo com relação à monocultura - privilegiando produtos como soja e cana - e afirmou que a prática é ruim não apenas para o produtor, mas para a sociedade, que fica sem produtos básicos como leite, frango, carne e outros alimentos.
"A dona-de-casa e o trabalhador, quando vão ao supermercado compram feijão, arroz, pão, leite. É com isso que a gente tem que se preocupar". Cassel ressaltou que a preocupação primordial deve ser "garantir a produção" desses produtos, "para que os preços baixem no supermercado".
Papel fundamental
Segundo Cassel, que investe na produção de alimentos está ganhando estabilidade. Ele acredita que os produtores brasileiros tendem a perceber gradualmente o "papel fundamental" da agricultura familiar no país, que é garantir mercado interno.
"O financiamento de investimento de até R$ 100 mil por família, com 2% de juros o ano e os três anos de carência são vinculados apenas à produção de alimentos básicos", declarou. Os benefícios mencionados pelo ministro estão previstos no Plano Safra Mais Alimentos, criado pelo MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário). "As pessoas que moram nas cidades vão enxergar melhor o papel econômico dos agricultores familiares, que vão ter mais estabilidade e renda", concluiu o ministro.
Segundo informações da Agência Brasil, Cassel declarou que considera essencial a ação responsável do governo, tomando todos os cuidados, pois, quando há uma crise de alimentos, "quem sofre primeiro e sofre mais são as camadas mais pobres da população".
"A gente tem que impedir que isso aconteça produzindo mais alimentos", principalmente os que são consumidos no dia-a-dia, acrescentou o ministro durante entrevista a emissoras de rádio no estúdio da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), em Brasília.
Cassel informou que a aposta do governo federal é ampliar a produção nacional, em um período de três anos, para 18 milhões de toneladas por meio da "modernização acelerada" da agricultura familiar. "Estamos convencidos de que a crise é séria, mas encontramos o caminho certo para enfrentá-la", avaliou.
Prioridades
O ministro reforçou o posicionamento do governo com relação à monocultura - privilegiando produtos como soja e cana - e afirmou que a prática é ruim não apenas para o produtor, mas para a sociedade, que fica sem produtos básicos como leite, frango, carne e outros alimentos.
"A dona-de-casa e o trabalhador, quando vão ao supermercado compram feijão, arroz, pão, leite. É com isso que a gente tem que se preocupar". Cassel ressaltou que a preocupação primordial deve ser "garantir a produção" desses produtos, "para que os preços baixem no supermercado".
Papel fundamental
Segundo Cassel, que investe na produção de alimentos está ganhando estabilidade. Ele acredita que os produtores brasileiros tendem a perceber gradualmente o "papel fundamental" da agricultura familiar no país, que é garantir mercado interno.
"O financiamento de investimento de até R$ 100 mil por família, com 2% de juros o ano e os três anos de carência são vinculados apenas à produção de alimentos básicos", declarou. Os benefícios mencionados pelo ministro estão previstos no Plano Safra Mais Alimentos, criado pelo MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário). "As pessoas que moram nas cidades vão enxergar melhor o papel econômico dos agricultores familiares, que vão ter mais estabilidade e renda", concluiu o ministro.