Por: Flávia Furlan Nunes
Pesquisa realizada pela Nielsen mostra que a classe C está maior e gastando mais nas compras. Em 2007, o tíquete médio foi de R$ 36,40, cifra 9% superior a 2006.
Esta classe cresceu no ano passado: correspondia a 37% da população em 2006 e passou a 44% em 2007. Nos últimos dois anos, foram mais de 22,5 milhões de pessoas que ingressaram neste estrato social, o maior registrado atualmente e com representatividade de 46% no total dos gastos dos brasileiros.
A classe C pode ser subdividida em duas outras classe, a C1, que engloba pessoas com renda mensal de R$ 1.194, e a C2, com referencial de renda média de R$ 726.
Ascenção
De acordo com o estudo, a maior parte desses brasileiros emergiu das classes DE devido à estabilidade econômica, à popularização do crédito e aos programas sociais do governo. O fenômeno alavancou o consumo e expandiu a classe média.
"Falar da importância crescente desta classe sócio-econômica não é novo. A novidade é admitir, acompanhar e agir nas diferentes aspirações, desejos e valores que permeiam esta nova classe C, e isso não apenas sob uma ótica tradicional de subdivisão em dois grupos com a renda mensal, mas também considerando os diferentes estilos de vida dessas pessoas", afirmou o diretor de Retail Service da Nielsen Brasil, João Carlos Lazzarini.
Hábitos
Os dados mostram que o consumidor desta classe social vai a cada quatro dias fazer compras, enquanto, em 2005, ele ia a cada seis dias. No ano passado, ele comprou em seis tipos de varejo. Os supermercados, porém, atingem 100% desta população.
No segmento C1, 41% dos consumidores são conscientes, ante 31% no C2. Este tipo de brasileiro é aquele que aproveita as semanas de promoção, se importa com a variedade de produtos e marcas, gosta de comprar tudo de uma vez, escolhe marcas por preço/qualidade, e procura ofertas em tablóides.
Os batalhadores, por sua vez, são 36% no segmento C1 e 31% no C2. Normalmente, são mulheres que fazem compras sozinhas. Costumam percorrer pontos de venda em busca de promoções, pagam em dinheiro e acessam a maioria das categorias.
Pesquisa realizada pela Nielsen mostra que a classe C está maior e gastando mais nas compras. Em 2007, o tíquete médio foi de R$ 36,40, cifra 9% superior a 2006.
Esta classe cresceu no ano passado: correspondia a 37% da população em 2006 e passou a 44% em 2007. Nos últimos dois anos, foram mais de 22,5 milhões de pessoas que ingressaram neste estrato social, o maior registrado atualmente e com representatividade de 46% no total dos gastos dos brasileiros.
A classe C pode ser subdividida em duas outras classe, a C1, que engloba pessoas com renda mensal de R$ 1.194, e a C2, com referencial de renda média de R$ 726.
Ascenção
De acordo com o estudo, a maior parte desses brasileiros emergiu das classes DE devido à estabilidade econômica, à popularização do crédito e aos programas sociais do governo. O fenômeno alavancou o consumo e expandiu a classe média.
"Falar da importância crescente desta classe sócio-econômica não é novo. A novidade é admitir, acompanhar e agir nas diferentes aspirações, desejos e valores que permeiam esta nova classe C, e isso não apenas sob uma ótica tradicional de subdivisão em dois grupos com a renda mensal, mas também considerando os diferentes estilos de vida dessas pessoas", afirmou o diretor de Retail Service da Nielsen Brasil, João Carlos Lazzarini.
Hábitos
Os dados mostram que o consumidor desta classe social vai a cada quatro dias fazer compras, enquanto, em 2005, ele ia a cada seis dias. No ano passado, ele comprou em seis tipos de varejo. Os supermercados, porém, atingem 100% desta população.
No segmento C1, 41% dos consumidores são conscientes, ante 31% no C2. Este tipo de brasileiro é aquele que aproveita as semanas de promoção, se importa com a variedade de produtos e marcas, gosta de comprar tudo de uma vez, escolhe marcas por preço/qualidade, e procura ofertas em tablóides.
Os batalhadores, por sua vez, são 36% no segmento C1 e 31% no C2. Normalmente, são mulheres que fazem compras sozinhas. Costumam percorrer pontos de venda em busca de promoções, pagam em dinheiro e acessam a maioria das categorias.