Por: Nathália A. Terra Pereira
Em consonância com as projeções de diversos analistas para uma crescente consolidação no setor, o presidente da Suzano Papel e Celulose (SUZB5), Antônio Maciel Neto, afirmou na última quinta-feira (22) que espera uma série de fusões e aquisições entre empresas brasileiras de papel e celulose em breve.
"Consolidação é uma tendência de contexto global, e não somente no Brasil, porque este é um setor altamente fragmentado", disse Maciel, que afirmou ainda que pode anunciar nos próximos meses "agressivos" planos de expansão das atividades da Suzano.
Nesse sentido, a Suzano teria acesso a cerca de US$ 5 bilhões a US$ 10 bilhões para financiar possíveis aquisições ou processos de fusão com suas concorrentes, principalmente com a ajuda financeira advinda de sua acionista controladora, a Suzano Holding.
Entretanto, indagado especificamente sobre um possível interesse de sua companhia na compra da Aracruz (ARCZ6), como ditam especulações do mercado, Maciel Neto evitou revelar maiores detalhes.
Setor fragmentado
Rumores dão conta de que a Suzano Papel e Celulose e a VCP (Votorantim Celulose e Papel) (VCPA4) estariam em uma disputa pela compra da totalidade do capital social da Aracruz, maior exportadora brasileira de celulose, com um atual valor de mercado de aproximadamente R$ 16,3 bilhões.
Todavia, analistas acreditam que, na briga pela aquisição da Aracruz, a VCP apresente leve vantagem, uma vez que já possui grande participação no capital da empresa. O setor de papel e celulose brasileiro é altamente fragmentado, uma vez que suas dez maiores companhias partilham apenas 36% do market share.
Em consonância com as projeções de diversos analistas para uma crescente consolidação no setor, o presidente da Suzano Papel e Celulose (SUZB5), Antônio Maciel Neto, afirmou na última quinta-feira (22) que espera uma série de fusões e aquisições entre empresas brasileiras de papel e celulose em breve.
"Consolidação é uma tendência de contexto global, e não somente no Brasil, porque este é um setor altamente fragmentado", disse Maciel, que afirmou ainda que pode anunciar nos próximos meses "agressivos" planos de expansão das atividades da Suzano.
Nesse sentido, a Suzano teria acesso a cerca de US$ 5 bilhões a US$ 10 bilhões para financiar possíveis aquisições ou processos de fusão com suas concorrentes, principalmente com a ajuda financeira advinda de sua acionista controladora, a Suzano Holding.
Entretanto, indagado especificamente sobre um possível interesse de sua companhia na compra da Aracruz (ARCZ6), como ditam especulações do mercado, Maciel Neto evitou revelar maiores detalhes.
Setor fragmentado
Rumores dão conta de que a Suzano Papel e Celulose e a VCP (Votorantim Celulose e Papel) (VCPA4) estariam em uma disputa pela compra da totalidade do capital social da Aracruz, maior exportadora brasileira de celulose, com um atual valor de mercado de aproximadamente R$ 16,3 bilhões.
Todavia, analistas acreditam que, na briga pela aquisição da Aracruz, a VCP apresente leve vantagem, uma vez que já possui grande participação no capital da empresa. O setor de papel e celulose brasileiro é altamente fragmentado, uma vez que suas dez maiores companhias partilham apenas 36% do market share.