Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
Após o Ministro das Minas e Energia, Edison Lobão(PMDB), afirmar que existe a possibilidade de quebra do monopólio estatal sobre a exploração e comercialização de urânio, o Santander realizou estudo sobre o possível impacto para a Vale (VALE5).
De acordo com os analistas, a permissão para que empresas privadas ingressem no mercado em questão seria algo positivo, indo ao encontro de afirmação do presidente da Vale no último ano sobre o interesse da empresa no desenvolvimento de minas de urânio.
Suporte ao programa
A abertura ao setor privado daria suporte ao programa nuclear brasileiro, ao ressurgimento deste como opção para a geração de energia elétrica, classificada como limpa em comparação ao escasso e poluente carvão, bem como em relação a hidrelétricas, que geram grande impacto ambiental quando da construção de barragens.
O aumento da demanda pelo minério nos próximos dez anos deve acompanhar as pretensões de vários países em relação a investimentos em usinas nucleares. Por fim, o próprio Estado ganharia com a maior disponibilidade de matérias-primas e o recebimento de royalties sobre a produção.
Aberto, mas nem tanto
Para a instituição, o cenário mais favorável ocorreria com a permissão apenas para empresas de capital nacional explorarem o minério, o que deixaria a Vale em posição privilegiada, em função da participação que o Estado possui nela e em sua capacidade de pesquisa e desenvolvimento para este tipo de projeto.
Após o Ministro das Minas e Energia, Edison Lobão(PMDB), afirmar que existe a possibilidade de quebra do monopólio estatal sobre a exploração e comercialização de urânio, o Santander realizou estudo sobre o possível impacto para a Vale (VALE5).
De acordo com os analistas, a permissão para que empresas privadas ingressem no mercado em questão seria algo positivo, indo ao encontro de afirmação do presidente da Vale no último ano sobre o interesse da empresa no desenvolvimento de minas de urânio.
Suporte ao programa
A abertura ao setor privado daria suporte ao programa nuclear brasileiro, ao ressurgimento deste como opção para a geração de energia elétrica, classificada como limpa em comparação ao escasso e poluente carvão, bem como em relação a hidrelétricas, que geram grande impacto ambiental quando da construção de barragens.
O aumento da demanda pelo minério nos próximos dez anos deve acompanhar as pretensões de vários países em relação a investimentos em usinas nucleares. Por fim, o próprio Estado ganharia com a maior disponibilidade de matérias-primas e o recebimento de royalties sobre a produção.
Aberto, mas nem tanto
Para a instituição, o cenário mais favorável ocorreria com a permissão apenas para empresas de capital nacional explorarem o minério, o que deixaria a Vale em posição privilegiada, em função da participação que o Estado possui nela e em sua capacidade de pesquisa e desenvolvimento para este tipo de projeto.