O Goldman Sachs reduziu pela terceira vez em menos de um mês suas estimativas de lucro para os bancos brasileiros, em consequência da perspectiva de um crescimento mais fraco para a economia do País e custos mais altos a empréstimos.
A média das projeções de ganhos das instituições financeiras foi cortada para 6% para este ano e 8% para 2010, segundo relatório do analista Jason Mollin. Em janeiro, as estimativas de ganhos por ação foram decrescidas duas vezes.
O Goldman Sachs destacou que permanece com boa perspectiva para as tendências de longo prazo e de crescimento histórico do setor bancário, mas a análise do curto prazo está mais cautelosa, em resposta ao consenso de que 2009 será um ano mais difícil à economia brasileira.
Consequência da flexibilização monetária
A expectativa de que a taxa básica de juro caia para 10% ao ano logo na metade de 2009 e a previsão de que não haja crescimento no PIB (Produto Interno Bruto) do País levam a menos empréstimos e maiores custos de crédito, segundo o relatório.
O Copom (Comitê de Política Monetária) reduziu em 1 ponto percentual a taxa Selic em sua última reunião em janeiro. Dessa forma, o juro básico brasileiro passou para 12,75% ao ano, na tentativa de atenuar os efeitos da crise internacional na economia doméstica, prezando também o compromisso com as metas de inflação.
A média das projeções de ganhos das instituições financeiras foi cortada para 6% para este ano e 8% para 2010, segundo relatório do analista Jason Mollin. Em janeiro, as estimativas de ganhos por ação foram decrescidas duas vezes.
O Goldman Sachs destacou que permanece com boa perspectiva para as tendências de longo prazo e de crescimento histórico do setor bancário, mas a análise do curto prazo está mais cautelosa, em resposta ao consenso de que 2009 será um ano mais difícil à economia brasileira.
Consequência da flexibilização monetária
A expectativa de que a taxa básica de juro caia para 10% ao ano logo na metade de 2009 e a previsão de que não haja crescimento no PIB (Produto Interno Bruto) do País levam a menos empréstimos e maiores custos de crédito, segundo o relatório.
O Copom (Comitê de Política Monetária) reduziu em 1 ponto percentual a taxa Selic em sua última reunião em janeiro. Dessa forma, o juro básico brasileiro passou para 12,75% ao ano, na tentativa de atenuar os efeitos da crise internacional na economia doméstica, prezando também o compromisso com as metas de inflação.